Olho para o céu e vejo o lindo azulado que se encontra, tento-me lembrar do teu rosto, mas por mais que queira, eu já não o consigo relembrar, pois ele já não se encontra gravado na minha memória, tento-me então lembrar da tua mão na minha, mas só encontro uma ilusão.
Desejo que o tempo volte atrás, e que tudo volte a ser como era, mas há algo em mim que diz que não, pois o sofrimento é maior, olho para trás mas não te consigo encontrar, pois tu fizeste com que desaparecesses da minha vida, agora o que resta é um rasto de tristeza e de sofrimento por me teres abandonado sem uma única explicação!
sábado, 10 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
Nada mais do que isto! :)
Dava por mim a caminhar pela escuridão, e a pensar quando te conheci, viviamos o imaginário, mas tudo mudou, sem fazer sentido, e a caminhar-mos dois rumos totalmente diferentes. Até que eu me pus a pensar se isto tudo não passava de um pesadelo meu, mas não, isto era a realidade. Agora olho para as estrelas e dou conta que este é o meu destino e que já se encontra traçado, neste momento caminho sozinha pela rua e penso em todos os momentos que vivemos e que agora não passam de meras recordações! *.*
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Há palavras que nos beijam
Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
Alexandre o´neil
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
Alexandre o´neil
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Amor é fogo que arde sem se ver
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
Luís de Camões
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